Iniciamos na arte bizantina, onde imagens sacras eram pintadas com témpura (um piguimento de rápida secagem), sendo necessário representar volume e perspectiva de maneira iconica.
Fomos ao Renascimento onde o advento da tinta a óleo permite uma fácil mistura dos piguimento e com isso uma diversidade quase infinita de cores. Com isso, a busca da perfeição na reprodução da imagem passa a ser possivel. Um momento que da referência clássica traz também a temática mitologica.
Seguimos ao Barroco com seu o exagero no claro e escuro, que no meio da contra-reforma, volta a tratar do sacro. Passamos então pelo Neoclassicismo da revolução francesa e pelo Naturalismo de Manet. Momentos que antecedem o Impressionismo.
Um periodo que só existe após a criação da tinta óleo em tubos que, permitindo a saida do artista do atelie, faz eles se fascinarem pela luz e se proporem a desenvolver uma técnica que permite a reprodução daquele momento, daquela luz.
Por fim, encaramos Cezane que ao quebrar a forma em blocos de cores mostra a Picasso e Matisse o quão desnecessária é a rigidez da forma na contrução pictória. Temos então o surgimento do Fauvismo e do Cubismo que rompem a forma e dão largada a todo o pensamento da Arte Moderna e Contemporanea. Essa última muito bem representada por Pollock.
Um resumo do que falamos.
Abaixo um resumo do que vimos.
Historia Da Arte
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